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domingo, 19 de junho de 2011

MENSAGEM DE SCHEILLA: SINAIS DE ALARME


Há dez sinais vermelhos, no caminho da experiência, indicando queda provável na obsessão:
quando entramos na faixa da impaciência;
quando acreditamos que a nossa dor é a maior;
quando imaginamos maldade nas atitudes dos companheiros;
quando comentamos o lado menos feliz dessa ou daquela pessoa;
quando reclamamos apreço e reconhecimento;
quando supomos que o nosso trabalho está sendo excessivo;
quando passamos o dia a exigir esforço alheio, sem prestar o mais leve serviço;
quando pretendemos fugir de nós mesmos, através do álcool ou do entorpecente;
quando julgamos que o dever é apenas dos outros.
Toda vez que um desses sinais venha a surgir no trânsito de nossas idéias, a Lei Divina está presente, recomendando-nos a prudência de amparar-nos no socorro da prece ou na luz do discernimento.


Vieira, Waldo; Xavier, Francisco Cândido. 
Da obra: Ideal Espirita.
Ditado pelo Espírito Scheilla.

sexta-feira, 11 de junho de 2010

NO LAR

"Aprendam primeiro a exercer piedade para
com a sua própria família e a recompensar
seus pais, porque isto é bom e agradável
diante de Deus."
- Paulo. (I Timóteo, 5:4.)


Começar na intimidade do templo doméstico a exemplificação dos princípios que esposa, com sinceridade e firmeza, uniformizando o próprio procedimento, dentro e fora dele.
Fé espírita no clima da família, fonte do Espiritismo no campo social.
Calar todo impulso de cólera ou violência, amoldando-se ao Evangelho de modo a estabelecer a harmonia em si mesmo, perante os outros.
A humildade constrói para a Vida Eterna.
Proporcionar às crianças os fundamentos de uma educação sólida e bem orientada, sem infundir-lhes medo ou fantasias, começando por dar-lhes nomes simples e naturais, evitando a pompa dos nomes famosos, suscetíveis de lhes criar embaraços futuros.

O lar é a escola primeira.

Sempre que possível, converter o santuário familiar em dispensário de socorro aos menos felizes, pela aplicação daquilo que seja menos necessário à mantença doméstica.
A Seara do Cristo não tem fronteira.
Se está sozinho com a sua fé, no recesso do próprio lar, deve o espírita atender fielmente ao testemunho de amor que lhe cabe, lembrando-se de que responderá, em qualquer tempo, pelos princípios que abraça.
A ribalta humana situa-nos sempre no papel que devamos desempenhar.
Ao menos uma vez por semana, formar o culto do Evangelho com todos aqueles que lhe co-participam da fé, estudando a verdade e irradiando o bem, através de preces e comentários em torno da experiência diária à luz dos postulados espíritas.

Quem cultiva o Evangelho em casa, faz da própria casa um templo do Cristo.

Evitar o luxo supérfluo nos aposentos, objetos e costumes, imprimindo em tudo características de naturalidade, desde os hábitos mais singelos até os pormenores arquitetônicos da própria moradia.
Não há verdadeiro clima espírita cristão, sem a presença da simplicidade conosco.

Vieira, Waldo. Da obra: Conduta Espírita.
Ditado pelo Espírito André Luiz.

Foto retirada DAQUI

quarta-feira, 3 de junho de 2009

ENGANO ENTRE OS ESPÍRITOS


Julgar que todos os espíritos benevolentes que se comunicam na Terra são instrumentos imaculados.
Desencarnação é vida em outra face.
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Considerar que eles veiculam princípios de virtude, como se fossem anjos flanando nos céus, dando conselhos que nada lhes custa.
O professor reconhece-se impelindo a disciplinas mais austeras que as dos alunos para ser digno da missão de ensinar.
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Chama-los, a propósito de bagatelas.
Criaturas relativamente educadas sabem respeitar os horários alheios.
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Solicitar-lhes concurso em problemas estritamente materiais.
Nenhum de nós, conquanto satisfeitos de ser úteis, furtará obrigações dos outros, das quais eles necessitam para a segurança da própria felicidade.
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Censura-los por não estarem à nossa inteira disposição.
Amigos sinceros e conscientes não escravizam amigos.
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Complicar as consultas que lhes queiramos fazer, com a desculpa de lhes testar a existência.
Só os corações irresponsáveis intentariam transformar os entes amados em ledores de buena-dicha.
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Exigir-lhes a verdade total.
Todos nós cultivamos o tato psicológico no trato recíproco e não ignoramos que certas revelações funcionam nos mecanismos da alma, assim como determinados medicamentos que somente beneficiam os mecanismos do corpo em dose adequada.
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Criticar-lhes sem ponderação e respeito as falhas quando apareçam.
A pessoa de bom senso compreende claramente o desacerto do benfeitor de quem já recebeu noventa e nove favores perfeitos, através de recursos imperfeitos, como sejam os canais mediúnicos terrestres e doente algum pode queixar-se quando ele mesmo procura obscurecer, por todos os modos, os raciocínios e manifestações do médico.
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Não desconhecemos que entre a encarnação, a desencarnação e a reencarnação, todos somos espíritos em trabalho evolutivo.
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A Doutrina Espírita é o fiel da balança de nossas relações uns com os outros, nos planos a que se acolhem desencarnados e encarnados, representando orientação e luz, ensinamento e pedra de toque. Diante dela os espíritos têm responsabilidade e os homens também.

Texto extraído do livro
OPINIÃO ESPÍRITA
Médium: Waldo Vieira
Espírito: André Luis