quarta-feira, 9 de outubro de 2019
domingo, 1 de setembro de 2019
terça-feira, 23 de julho de 2019
COMO FOI O SEMINÁRIO VAGA-LUME 2019 EM BREJINHO-PE
A cidade de Brejinho, no sertão do Pajeú sediou na manhã do domingo, 21, o Seminário Espírita sobre o tema "Depressão" n visão espírita. O encontro é uma iniciativa do Projeto Vaga-lume com a colaboração e participação de casas espíritas da região.
Tendo como base o contato e o diálogo em torno dos princípios e práticas espíritas, o projeto tem como propósito a troca de experiências dos dirigentes e colaboradores dos centros espíritas, bem como o público participante em torno de temas relevantes na ótica da Doutrina.
O formato do projeto compreende a realização de palestras nas casas espíritas participantes. Essas palestras aconteceram no sábado, dia 20, nas cidades de Teixeira-PB, Brejinho, Itapetim, São José do Egito, Tuparetama, Afogados da Ingazeira, Sertânia, Monteiro-PB, Arcoverde e Buíque. Já na manhã do domingo, dia 21, Brejinho sediou o seminário tendo como tema "Depressão, vazio da alma".
O Vaga-lume tem na sua coordenação o dinâmico palestrante Francisco de Assis, cuja simpatia e capacidade de mobilização é reconhecida no movimento espírita pernambucano e fora dele, sendo um dos fatores do sucesso da empreitada. O Projeto conta com outros destacados membros que se reúnem regularmente para avaliar as ações agendar sua itinerância.
segunda-feira, 15 de julho de 2019
quarta-feira, 3 de julho de 2019
A Chave de Luz
Lembra-te de que ninguém avança sem companhia.
Toda obra pede auxílio e cooperação.
A árvore protege a fonte, tanto quanto a fonte alimenta a árvore.
O pão que extingue a fome é filho da compaixão do solo que nutriu a semente, da renúncia da semente que germinou para o sol e da força do sol que amparou a terra obscura e sustentou a semente frágil.
Assim também, vida afora, nas empresas que o mundo te conferiu, não prescindirás de braços amigos que te estendam socorro e fraternidade.
Todavia, não basta exponhas a outrem as necessidades que te afligem, nem vale te desmandes na queixa, encarecendo perante alheios ouvidos a angústia de teus problemas, a fim de que a verdadeira amizade se te revele, eficiente e prestigiosa.
Indispensável saibas abrir as portas dos corações para que te não falte concurso às construções da existência.
Corações que, muitas vezes, jazem trancados na avareza afogados no vinagre da aflição ou deprimidos nos espinheiros do sofrimento.
Corações que padecem a flagelação do egoísmo, a paralisia do orgulho, o desvario da vaidade, a chaga da ignorância e o assalto do desalento.
Não te impressione, porém, a seara da treva em que se mergulham.
Quase todos esperam apenas a chave de luz que lhes descerre a passagem da noite para o dia, para a luz da libertação.
Avizinha-te deles com ternura e bondade, sem agravar-lhes a dor.
Desvenda-lhes o próprio ser, em forma de compreensão e serviço e todos virão ao teu encontro, sustentando-te os passos na tarefa a que te impuseste na vida, porque, em verdade, é da lei do Senhor que alma alguma resista ao toque da humildade com a chave da gentileza.
Emmanuel
Do livro: Linha Duzentos,
Médium: Francisco Cândido Xavier
domingo, 2 de junho de 2019
NOS CÍRCULOS DA FÉ
Pelo espírito Emmanuel
Acende a fIama da reverência, onde observes lisura na idéia religiosa.
Lembremo-nos, com o devido apreço aos irmãos que esposam princípios
diferentes dos nossos, de que existem tantos modos de expressar confiança no
Criador quantos são os estágios evolutivos das criaturas.
Há os que pretendem louvar a Infinita Bondade, manejando borés; há
os que se supõem plenamente desobrigados de todos os compromissos com a
própria crença, tão-somente por se entregarem a bailados exóticos; há os que
se cobrem de amuletos, admitindo que o Eterno Poder vibre absolutamente
concentrado nas figurações geométricas; há os que fazem votos de solidão,
crendo agradar aos Céus, fugindo de trabalhar; há os que levantam santuários
de ouro e pedrarias, julgando homenagear o Divino Amor; e há, ainda, os que
se presumem detentores de prerrogativas e honras especiais, pondo e dispondo
nos assuntos da alma, como se Deus não passasse de arruinado ancião, ao sabor
do capricho de filhos egoístas e intransigentes...
Ainda assim, toda vez que se mostrem sinceros, não lhes negues consideração
e respeito.
Quase sempre, são corações infantis, usando símbolos como exercícios
da escola ou sofrendo sugestões de terror para se acomodarem à disciplina.
Contudo, não lhes abraces as ilusões, a pretexto de honorificar a fraternidade,
porque a verdadeira fraternidade se movimenta a favor dos companheiros
de evolução, clareando-lhes o raciocínio sem violentar-lhes o sentimento.
É preciso não engrossar hoje as amarras do preconceito, para que o preconceito
não se faça crueldade amanhã, perseguindo em nome da caridade ou
supliciando em nome da fé. Se a Doutrina Espírita já te alcançou o entendimento, apoiando-te a libertação
interior e ensinando-te a religião natural da responsabilidade com Deus em
ti mesmo, recorda a promessa do Cristo — “Conhecereis a verdade e a verdade,
afinal, vos fará livres.”
XAVIER, Francisco Cândido.
Justiça divina.
Pelo Espírito Emmanuel.
12. ed. Rio de
Janeiro: FEB, 2007. Item: Nos círculos da fé, p. 71-72.
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